
Faz um tempinho que não posto nada por aqui. E confesso que escrever e dividir minhas experiências com vocês é algo que adoro e me faz bem.
Mas apesar de ET, não tenho o poder da multiplicação. Daí com tanto trabalho fica difícil encontrar tempo para relaxar e ter este momento com vocês.
Há umas semanas atrás, fui ao cinema assistir “A INVENÇÃO DE HUGO CABRET”, filme dirigido pelo premiado Martin Scorsese (diretor de Táxi Driver, Os Infiltrados), e apesar de entrar na sala meio relutante já que não fui seduzido “de cara” por este filme, lá estava eu na última sessão do dia com meu saquinho de pipocas.
“HUGO” é um dos filmes mais lindos que eu já assisti!
Mais do que uma homenagem ao cinema, “HUGO” fala sobre o ser humano e a importância de EXISTIRMOS.

Em determinada cena, o menino Hugo compara a nossa existência ao funcionamento de um relógio. Cada peça precisa estar funcionando perfeitamente bem para que o todo também funcione bem. E realmente, como podemos esperar um mundo melhor, se as pecinhas necessárias (nós) para que o mundo funcione, NÃO ESTÃO NADA BEM?!
Hugo é um garoto de 12 anos que após perder o pai durante um incêndio, passa a morar com o tio alcoólatra, relojoeiro responsável pela manutenção dos grandes relógios de uma estação de trem em Paris. Solitário, Hugo é abandonado pelo tio e para não chamar a atenção dos guardas da estação e perder sua moradia, passa a cumprir a rotina diária de atualizar todos os relógios.
Antes de sua morte, o pai de Hugo encontra um protótipo de um robô mensageiro e ambos começam a trabalhar no concerto dele. Agora a missão do Hugo é finalizar o concerto a fim de descobrir a mensagem do tal robô. Para isso ele encontra ajuda numa menina de sua idade que detém uma chave com o formato exato para fazer o robô voltar a funcionar.
Embalado nesta história inocente e infantil, o diretor promove uma homenagem a um grande personagem real do cinema: Georges Méliès. Um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos.
Méliès, além de ser considerado o “pai dos efeitos especiais”, fez mais de 500 filmes e construiu o primeiro estúdio cinematográfico da Europa. Também foi o primeiro cineasta a usar desenhos de produção e storyboards para projetar suas cenas.

Ele esteve presente na platéia que assistiu em 1895, os Irmãos Lumière fazerem a primeira projeção de um filme na história. E logo em seguida se inspirou, vendeu tudo o que tinha a fim de se dedicar exclusivamente para aquela nova ferramenta criando histórias de fantasia que encantou plateias durante as primeiras décadas do cinema.
Mas com a chegada da concorrência e o inicio da Primeira Guerra, Méliès perdeu espaço e amargou sua falência profissional e pessoal. Chegou a vender doces e brinquedos para sobreviver e morreu pobre em Paris.
Amante de cinema, Martin Scorsese adaptou o livro que deu origem ao filme e criou esta grande homenagem apresentando a história deste apaixonado e injustiçado diretor para uma nova geração. Tanto que seu filme é em 3D justamente fazendo analogia a importância de Méliès para o cinema daquela época.
Talvez se os executivos daquela época tivessem enxergado o trabalho de Méliès com humanidade, alguém poderia ter estendido a mão e o ajudado a não sofrer tanto no final de sua vida. E é daí que este filme se torna tão atual para mim.
Vivemos numa sociedade fria, anestesiada. Onde grande parte da população vive na normose (conjunto de normas, conceitos, valores, esteriótipos e hábitos de pensar ou agir, que são aprovados pela maioria, mas que provocam sofrimento, doenças e morte), e não se abre para o que realmente sentem.
Eles até sentem que poderiam fazer algo a mais que proporcionaria uma mudança de atitude e consequentemente uma vida mais plena. Mas entre sentir e agir… “Dá um trabalho danado que é melhor eu ficar por aqui mesmo!”.
E daí assistimos situações como a que ocorreu no Hopi Hari, onde dias depois do acidente trágico da menina que caiu de um brinquedo, haviam filas de pais reclamando porque o parque estava fechado os impedindo de se divertir com suas famílias.
Bizarro, porque a perícia nem havia sido concluída e estes pais nem se questionaram sobre: “Será que é seguro eu deixar o meu filho se divertir nestes brinquedos?!” – Fora a frieza com o caso da menina onde fotos dela morta infestaram as redes sociais e as pessoas compartilhavam em seus murais com frases: “Ai que triste!”, “Que horror!”… E o povo clicando e CURTINDO tudo aquilo.

Bom, assistir filmes como “A INVENÇÃO DE HUGO CABRET” me inspira a enxergar, preservar e propagar que existe um lado lindo desta vida. Distante de toda esta loucura social, onde seres humanos se ocupam em promover o bem. Possibilidades de comportamento que pode SIM transformar o todo cuidando com amor de cada uma das belas peças que existe neste mundo.
Esta é nossa MISSÃO com o PENSAMENTOS FILMADOS. Que tenta sensibilizar pessoas e empresas a investirem em algo que promove tanto bem. Confesso que a jornada não está sendo nada fácil. Muitas vezes cansativa e frustrante. Mas ao mesmo tempo, vocês nos inspiram! Demais!!! E encontramos forças para continuar. Todos juntos e unidos.
RECOMENDO!
Assista ao trailer do filme:

Filme bonito o “Histórias Cruzadas”, tão atual! Mulheres que jamais deveriam ter filhos, parindo! Classismo recheando a society (principalmente a nossa normalóidica brasileira)! Preconceitos, racismo e escravidão! E algumas pessoas que resolvem trocar o medo pelo amor à verdade e justiça, já que a vida é justa em sua natureza, os Homens é que não o são!
“A escravidão já foi abolida e hoje no século XXI é mau vista”. Que mentira! Lembra da marca Zara? Pois é, a escravidão está apenas mascarada, muito bem maquiada com seus produtos de primeira! E tudo que fica maquiado é mais difícil de ver!
Por exemplo: num salão de beleza, as manicures ficam sentadas em posições desconfortáveis o dia todo trabalhando, algumas conseguem fazer apenas 20 minutos de almoço. Não podem parar direito nem para beber água, quem dirá ir ao banheiro fazer um pipi. Passar um fax então, nem pensar! Muito demorado! Quando se ausentam um pouco o robô master – a supervisora – lhes lança aquele olhar fulminante!

E o salão bomba e os donos lucram! E as manicures recebem, ué! E tem “seus direitos”! Assim, pagam suas contas, tem um dia de folga na semana (quando trabalham na própria casa) são livres, não são escravras! Será?
E essa mulher tratada como um robô, já com seu saco na lua, não se interessa em fazer seu trabalho com amor e carinho. Finge que cuida dos seus alicates, mas acaba infectando os capatazes, quer dizer as clientes – escravas que tem uma posição social mais privilegiada.
E viva o dia internacional das mulheres! Viva os sistemas que os Homens criaram!
Somos todos escravos, mas nossa estupidez é tamanha que contribuímos diariamente para a nossa própria escravidão, até que a morte nos separe! Ou que a gente desperte! Então da-lhe Yoga e meditação!
Fotos e Vídeo: Reprodução

Nessa fase da minha vida de muito trabalho e busca pelo deus mais popular do século XXI – o Sr. Dinheiro – é tao bom encontrar pessoas que expressam o que sinto! Além de me economizar tempo e “penso”* para organizar a escrita, acabo por me expressar sem me atrapalhar com as palavras!
*penso = a trabalheira de pensar, segundo uma mulher muito prática! Um dia conto a historinha desse “neologismo”.
Sendo assim, abaixo está um texto da escritora Dorothy Murdock, mais conhecida como “Acharya S”, expert em religião. O texto foi traduzido pelo Mako, fundador do incrível site Destruidor de Dogmas.
Bom, o texto expressa o que sinto com relação as religiões, e acrescento que a society será bótima quando as pessoas trocarem as religiões dos homens por Meditação! Aquela que leva ao autoconhecimento e a Consciência, aquela que a maioria dos humanóides não tem idéia do que é!
“Respeite minha religião” texto de Acharya S
“Nos dizem freqüentemente para “respeitar a religião das pessoas.” Em primeiro lugar: muitas idéias religiosas são muito desrespeitosas para com o ser humano, assim, não merecem ser respeitadas. Em segundo lugar: e a troca sobre as pessoas respeitarem a nossa religião?
A palavra “religião” vem do latim religi?, que significa, dentre outras coisas, “consciência” ou “escrupulosidade.” Em minha perspectiva da realidade, eu me esforço para ser extremamente escrupulosa e consciente. Portanto, alguém poderia me chamar de “religiosa” e minha perspectiva de “religião”.
Minha religião não chama as pessoas de “infiéis”, “hereges”, “góis”, “pagões” ou “pecadores”, que são o “outro” , “diferente de nós” e dignos de desprezo, exploração ou pior.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não pede que as pessoas que não a sigam sejam atacadas, odiadas, subjugadas ou escravizadas.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não tem gigante, antropomorfizado, um Deus másculo no céu, em algum lugar “lá fora” separado e à parte da humanidade, que impõe a todo o momento.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião fala que não há fatos revelados divinamente direto da boca de Deus que representam “a fé verdadeira”.

Por favor respeite minha religião.
A minha religião não concorda com os chamados textos sagrados cheios de violência, brutalidade e crueldade.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião proíbe o assassinato de mulheres e garotas para “proteger a honra.”
Por favor respeite minha religião.
Minha religião proíbe casamento de crianças e outros casamentos forçados.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não concorda em forçar pessoas a cobrirem seus corpos só porque suas genitais são de um gênero específico.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não concorda com o apartheid de gênero, onde homens e mulheres são segregados puramente por causa de suas genitais.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião proíbe que genitais de crianças de ambos os gêneros sejam mutiladas por causa de imposição “religiosa”.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião é baseada em consciência, não em genitálias.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião valoriza observação científica e a moral humana, não crença supersticiosa e fanatismo violento.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não permite morte ou outra punição por blasfêmia ou apostasia, etc.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião se opõe a invasão, estupro e roubo em nome de um deus.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião proíbe decapitação ou outra forma de assassinar um ser humano vivo, a fim de defendê-la de “insultos”.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião valoriza a vida mais que a morte e proíbe a matança em seu nome.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não permite a amputação das mãos por roubo ou apedrejamento e enforcamento por adultério.
Por favor respeite minha religião.

Minha religião proíbe homossexuais de serem enforcados ou mortos de outra forma simplesmente por causa de sua orientação sexual.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião trata crianças com gentileza, amor e afeição, e não batendo nelas e ensinando-as a odiar os outros.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não necessita de orações, uma vez, cinco vezes ou qualquer outra quantia por dia.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião não está interessada em controlo de mentes, portanto o que você faz dentro da privacidade de sua mente é da sua conta, mas minha religião diz que perturbar lugares públicos e o local de trabalho para rezar é anti-social, agressivo e digno de desaprovação.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião se opõe a som alto de sinos e de gritos microfonados, que atrapalham os vizinhos e causam divisão.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião encoraja pessoas que se opõe e falam contra a opressão, censura, violação dos direitos humanos e abuso de animais onde quer que eles forem, em qualquer cultura ou país, e praticado por qualquer grupo étnico ou religioso.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião pede para as pessoas se oporem as crenças religiosas que são viciosas, de ódio, sexistas e violentas, independentemente da religião, da fé, seita ou culto.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião pede dignidade e respeito para o indivíduo, que é livre para acreditar ou desacreditar em qualquer momento, em vez de ser forçado a aderir a uma religião em particular, através de ameaças de violência e do fogo do inferno.
Por favor respeite minha religião.
Minha religião encoraja cantar, dançar e aproveitar a liberdade de amar a vida.
Por favor respeite minha religião.” texto de Acharya S
bjoka