As parentes da depressão e da bipolaridade: Ciclotimia e Distimia

Todo mundo muda de humor, é normal! Mas quando acontece bastante de “do nada” e “sem motivo”, a pessoa passar de um estado de alegria para um de choro, e isto a faz sofrer e se sentir mal, prejudicando-a até mesmo socialmente, então algo está bem errado. Pode ser um distúrbio!

“É sabido que esses distúrbios não têm cura, mas com tratamento (antidepressivo, estabilizador de humor e terapia) a melhora acontece!”

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Ciclotimia ou Humor Ciclotímico

“É uma bipolaridade mais leve e persistente. Há instabilidade do humor, que comporta numerosos períodos de depressão ou de leve exaltação, porém não suficientemente graves ou prolongados para serem considerados como bipolaridade. A pessoa acredita que as constantes mudanças de humor fazem parte do seu jeito de ser e por isto demora para buscar tratamento.”

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Distimia

“É um tipo de depressão com sintomas mais leves e persistentes, que se caracteriza principalmente pela falta de prazer ou divertimento na vida e pelo constante sentimento de negatividade. Os pacientes que sofreram de distimia desde a infância ou adolescência tendem a acreditar que esse estado de humor é natural deles, faz parte do seu jeito de ser (negativo, acomodado, etc), e por isso não procuram um médico, afinal, conseguem viver quase “normalmente”, porém muito abaixo do seu potencial.

Apesar de geralmente não privar o indivíduo de suas tarefas e obrigações, impede que ele desfrute a vida totalmente. A distimia também estende-se por um período muito maior que os episódios de distúrbios depressivos severos, porém frequentemente se percebe que pessoas distímicas são desanimadas e/ou muito regradas, e se não tratado devidamente pode ser fatal.

Para o diagnóstico distimia, pelo critério norte-americano, são necessários dois anos de período contínuo predominantemente depressivo, para os adultos, e um ano para as crianças, sendo que para elas o humor pode ser irritável ao invés de depressivo. Para o diagnóstico da distimia é necessário antes excluir fases de exaltação do humor como a mania ou a hipomania, assim como a depressão maior. Causas externas também anulam o diagnóstico como as depressões causadas por substâncias exógenas. Durante essa fase de dois anos o paciente não deverá ter passado por um período superior a dois meses sem os sintomas depressivos.”

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Prestem atenção, pacientes e cuidadores!

“Estudos mostram que o sentimento de inadequação e desconforto é muito comum, assim como a generalizada perda de prazer ou interesse, e o isolamento social manifestado por querer ficar só em casa, sem receber visitas ou atender ao telefone nas fases piores são constantes. Esses pacientes reconhecem sua inconveniência quanto à rejeição social, mas não conseguem controlar. Geralmente os parentes exigem dos pacientes uma mudança positiva, mas isso não é possível para quem está deprimido, não pelas próprias forças.

A irritabilidade com tudo e impaciência são sintomas frequentes, e incomodam ao próprio paciente.

A capacidade produtiva fica prejudicada bem como a agilidade mental.

Assim como na depressão, na distimia também há alteração do apetite, do sono e menos frequentemente da psicomotricidade.

O fato de uma pessoa ter distimia não impede que ela desenvolva depressão: nesses casos denominamos a ocorrência de depressão dupla, e quando acontece, o paciente procura muitas vezes pela primeira vez o psiquiatra. Como a distimia não é suficiente para impedir o rendimento, apenas prejudicando-o, as pessoas não costumam ir ao médico, mas quando não conseguem fazer mais nada direito, vão ao médico e descobrem que têm distimia também.”

  •  V.I.D.A.

    Premiado curta-metragem de Geison Ferreira e Vinicius Zinn. …

  •  As Horas (The Hours)

    Com elenco estelar incluindo Nicole Kidman e ganhador de diversos prêmios, mostra como …

  •  O Corpo em Depressão

    Alex Lowen

    “Muitas vezes procuramos explicações complicadas para problemas que nos …

  •  O Médico Quântico

    Amit Goswami

    Me ajudou a confirmar o que já penso: somos muito mais que um cérebro e um corpo …

VOCÊ PODE escrever aqui o que pensa!!! Critique, opine, desabafe!

 
  • 02 / 07 / 2010
    Bruna

    Tive um relacionamento de 3 anos que mudou munha vida completamente.

    Sempre fui uma pessoa alegre e “leve”… tipo de pessoa que todos gostam de ter por perto, mas, depois que comecei essa relação, tuudo mudou. Me tornei uma pessoa irritada e anti-social. Evito ao máximo o convívio com outras pessoas, quando não estou trabalhando, dificilmente levanto da cama… chego a passar dias deitada.
    Hoje não estou mais com essa pessoa (menos de 1 mês), mas sinto muita falta… como um drogado com crise de abstinência. Apesar de saber como essa relação só me fez mal, não consigo mais imaginar minha vida sem ela!

    Agora tenho muita dificuldade pra dormir, enquanto estávamos juntos era o que mais eu fazia. Vivia com sono e querendo dormir. Hoje apelo para o alcool quase todos os dias para conseguir pegar no sono… o proboema é que, geralmente, acordo umas 3h da manhã e não durmo mais…

    Ja fiz terapia… não acho que tenha adiantado nada. Serviu mais para desabafar do que pra ajudar mesmo.

    Estou tentando conseguir remédios para dormir, pois isso é uma coisa que me desespera! Sempre tive MUITA facilidade para dormir e essa impossibilidade ACABA comigo. Fico desesperada… passam as coisas mais absurdas pela minha cabeça. Acho que morar sozinha piora um pouco as coisas.

    Ah! Esqueci de dizer que ele é uma pessoa muito depressiva e com muito baixa auto estima… não sei se isso pode me afetar, mas… achei que valia a pena falar.

    Bem… é isso. Não sei como resolver nada disso.

    Atenciosamente
    Bruna

  • 02 / 07 / 2010
    Geison Ferreira

    Oi Bruna, primeiro obrigado pelo seu depoimento. Eu não sou médico nem psicologo, mas acredito que falar, colocar pra fora essas questões internas funciona igual ao processo digestivo. Precisamos mastigar, quebrar o que está inteiro dentro para que possa passar pela garganta, e isso nos faz enxergar que podemos controlar o tamanho das nossas questões. E enxergando elas, conseguimos resolve-las.
    Acredito que o grande problema dos relacionamentos esteja na maneira que fomos educados para eles. Sempre ouvimos sobre “cara-metade”, “tampa da panela”, “me completar”… Ninguem jamais poderá preencher algo que é só nosso. Se existe lacunas, elas são nossas e somos nós que devemos preencher e repará-las. Um relacionamento não tem essa função. Não somos frações, somos algo inteiro. E só quando nos enxergarmos inteiros estaremos prontos para uma relação.
    Vale a pena pensar nisso!
    Será que você sente falta dele, ou da sensação que ele te preenche algo? E que algo é esse?
    Talvez sua falta de sono e impaciência seja seu corpo e mente pedindo reflexão sobre estas coisas.
    Como disse antes: Não sou médico. Mas sou humano e já passei por questões assim.

    Grande abraço e mande noticias.

  • 03 / 07 / 2010
    Bruna

    Oi Geison, obrigada por ler o que escrevi!
    Bem… a história é bem mais complicada do que contei. Quando o conheci era casado, com 2 filhos e nos apaixonamos LOUCAMENTE. Foi muito forte mesmo. Ele didzia que ia deixar a mulher… que me amava e que o casamento já havia acabado. Tentei várias vezes fugir dele, me afastar até que, SE realmente ele quisesse se separar, voltassems a nos falar. Foi impossível! Com 3 meses ele saiu de casa e foi pra casa do pai… daí meu mundo começou a desmoronar. Sonhamos muitas coisas nesses primeiros 3 meses, mas ele se transformou num… fraco, depois que saiu de casa. Entrou em depressão, tova remédios fortes, ia ao psiquiatra, virou pele e osso e eu, sofri TUDO junto com ele! Fiquei péssima… e no final (quase 2 anos), voltou pra mulher. Saiu de lá novamente 1 mês depois pq ELA o colocou pra fora… entende? Acho que aí está o motivo de não conseguirmos dar certo… EU NÃO CONSIGO perdoá-lo por, depois de TUDO que passamos, só conseguir ficar comigo quando ela não o quis mais. Tenho dentro de mim dois sentimentos que nem sabia que poderia coexistir… eu o amo e o odeio!
    Obrigada por suas palavras.

  • 05 / 07 / 2010
    ana maria saad

    Oi Bruna,
    primeiro: Geison escreveu algo que é de imensa riqueza!
    segundo: vc ja ouviu falar daquele estudo que mediu a serotonina (acho que é a serotonina) dos apaixonados e concluiu que ela fica igual a dos obssessivos compulsivos?
    pois é paixão, assim como tudo na vida, precisa de moderação senão vira desequilibrio e ela acaba sim, dentro de 2 a 3 anos (foi o que o estudo concluiu) e é aí que o amor pode desabrochar ou não, no segundo caso vem a monotonia um cansa do outro e vai buscar sentir de novo aquela sensação provocada pela paixão, e para tanto sai em busca de um novo parceiro. Mas quando o amor desabrocha, por escolha dos dois, a relação se transforma em uma parceria gostosa…
    A vida tenta lhe dizer algo, vc no fundo sabe o que! Afinal a depressão não vem a toa… eu acredito que ela seja um chamado para a gente olhar para dentro, para se conhecer, para mudar o modo de vida, o foco! Afinal é uma doença cíclica e os remedios funcionam muito bem nos casos graves, mas nos leves e moderados é preciso, alem deles, muita terapia!
    ah! E para o amor se sobressair ao ódio o que as vezes ajuda é se colocar no lugar do outro: por exemplo dos filhos dele, dele mesmo, da ex-mulher, etc
    C cuide!!!
    bjoka

  • 14 / 11 / 2011
    Rosa Maria

    Olá,boa tarde,nem sei por onde começar,minha cabeça é um turbilhão,milhoes de pensamentos ao msm tempo e não consigo mais focar em nada!Sinto-me inutil,incapaz,pois não consigo fazer nada em casa,não consigo ajudar meus filhos com lição de casa,como eu não durmo e nem me alimento,não consigo colocar regras em casa a esse respeito.Não sou mais nada nessa vida,pois não sou boa mãe,esposa(quero a separação),não consigo mais ir ao trabalho,estava afastada pelo inss e na ultima pericia o medico me liberou disse que eu estava apta,nem sei mais o que faço,pois só em pensar no trabalho entro em desespero,meu coração parece que vai explodir na garganta,desde o dia 08/11 que foi a pericia já emagreci 5 quios,pois não consigo mais comer nada,só beber café…Como fui liberada não tenho mais dinheiro e nem condições de comprar meus remédios que eu acho caro,como melhorar sem medicação.Meu marido acha que é frescura,se irrita quando chega em casa e eu não fiz nada de novo,só reclama de mim,pois tenho alguns momentos de bom humor,psiquiatra disse que é ciclotimia;aliás cada vez que vou ao médico aparece uma novidade,mas não é só isso,minha memória tá péssima,às vezes falo coisas que não lembro,ou repito,me chamam de doida,o que me irrita muito.Penso muito em sumir,sair sem rumo,me matar!Estou com uma aparência horrível,sempre fui vaidosa,hoje nem me lembro se tomei banho.Por enquanto é isso,mas meu sofrimento tá cada mais insuportável,meus dias são todos iguais,não aguento mais!!!!! Grata ; Rosa Maria

  • 15 / 11 / 2011
    Ana Maria Saad

    rosa,
    sinto mto por tamanho sofrimento!
    pois passei por isso e posso saber como vc se sente, afinal so quem passou por esse inferno, sabe ne!
    sofrimento duplo pq a sociedade nao entende!
    mas bela, tem jeito! tem tratamentos e grupos de apoio de graça! tem atitudes q podemos tomar pra ir mudando nosso estilo d vida, o q ajuda na melhora: ex: fazer atividade fisica (mesmo q vc comece se arrastando!); fazer yoga (tem varios lugares q oferecem aulas com preço reduzido); cuidar da alimentação… mesmo mal a gente pode se dedicar a nossa melhora, falo isso pq passei por isso, tb nao tive apoio, mas tinha mta vontade de superar o mal estar da doença! e ate hj nem sei se sou depressiva ou bipolar! ou seja, se vc se dedicar a sua melhora vc consegue e pessoas pra t apoiar aparecerão!
    querida de uma olhada nesse link q tem serviços q podem t ajudar. pesquise na internet q vc achara coisas de graça! busque a medicina integrativa q alia a medicina convencional com tratamentos alternativos e complementares, enfim! tem jeito sim!
    http://www.pensamentosfilmados.com.br/br/servicos-que-podem-te-ajudar/
    e conta com a gente aq!
    bjoka

  • 16 / 11 / 2011
    Rosa Maria

    Agradeço atenção,ao menos alguém me entende,me escuta,e o melhor bem rápido,com muita sinceridade não tenho força nenhuma,já esgotei,entreguei os pontos,joguei a toalha…mas respiro fundo e agora,não sei como estarei amanhã,estou disposta à procurar ajuda,vejo essa minha curiosidade na internet como o primeiro passo.Em poucos meses minha vida virou de uma forma,que não sei por onde começar a realinhar…Não sei o que faço,ou como faço,mas vou fazer!

    Muitíssimo agradecida pela atenção,dispensada a quem nem ao menos conhece,se todos fossem assim….bjks…

  • 17 / 11 / 2011
    Ana Maria Saad

    oi rosa!
    assim como vc, eu tb tive ajuda de estranhos! alias existe ajuda! portanto seu agradecimento é vc buscar tratamentos e se dedicar a sua melhora!
    infelizmente ainda temos um trabalhão de conscientização pra fazer com a sociedade, por isso ate la a gente q sofre com essas doenças tem q se pegar pra criar mesmo!
    tb acho q o fato de vc estar na internet mostra como vc quer melhorar e no fundo sabe q tem jeito!
    nao desista de vc!!!
    bjoka

  • 03 / 12 / 2011
    Elza

    Oi gente,fiquei feliz por encontrar esse espaço com todos esses depoimentos.Gostei de modo especial dos ultimos;o da Rosa, por estar passando por momentos exatamente iguais aos dela,até parece q me vi escrevendo no lugar dela,e o dAna Maria,por saber q outras pessoas passam pelo q passamos e conseguem amenizar seus sofrimentos,no fundo o que todos queremos é um pouco de solidariedade e atencao.Obrigada Ana pois seu consolo a Rosa,estendeu-se a mim tbm.Ana nao desista,nao,assim como vc sofro muito e quero me sentir bem comigo mesma e com minha família.Busquemos ajuda uns dos outros e principalmente,de Deus.Um abraço!

  • 04 / 12 / 2011
    Ana Maria Saad

    elza, seja sempre bem vinda aqui nesse nosso espaço!
    esta a hora disso: quem sofre dessas doenças falar!!! vamos juntos mesmo alertando a sociedade!
    meu sofrimento hj nao é mais causado pela doença depressão, desde maio nao apresento mais sintomas da doença, tem jeito de melhorar, viu!
    meu sofrimento agora é algo q a maioria das pessoas enfrentam: luta para conseguir recursos a fim de continuar com o trabalho aqui do pensamentos filmados!
    mas pra qem ja chegou no fundo do poço isso é apenas um obstaculo!
    vamos q vamos!
    bjoka

  • 20 / 12 / 2011
    guilhermo

    OI para todos minha historia não se diferincia das de vcs não sei se isso e confortador, minha esposa agora ex sofre de distimia, nao possui vontade de sair socialmente ,dorme muito quando troca o dia pela noite, no trabalho nao rendo como antes e ate se relacionou com outra pessoa mas quia voltar comigo, voltamos por 3 meses a primeira vez , separamos e retornamos mais 1 mes , neste agora ela simplesmente disse que sou maravilhoso mas tenho que ser feliz ela nao consegue , nao adianta eu falar , o quanto apoio e vamos atraz de uma solução , ela simplesmente nao acha que ser feliz e possivel, acreditem ela toma anti drepessivos, nao sei que posição tomar pois a amo muito , encontrei este pensamentos e sei que nao estou sozino obrigado

  • 28 / 12 / 2011
    Ana Maria Saad

    oi guilhermo!
    querido q bacana vc se interessar em ajudar sua amada, independente de ser esposa, ex ou futura!
    guilhermo procure médicos que pratiquem a medicina integrativa, q alem dos remedios usam tratamentos complementares e alternativos, como acupuntura, massagens, terapia corporal, psicoterapia, yoga, etc.
    pra tratar desses transtornos é importante combinar varios tratamentos!
    e pesquisar da onde vem o transtorno! eu por exemplo descobri que alem da minha familia ter mtos depressivos, o que motivou minha depressão de aparecer foi o ambiente em que fui criada: mto tenso, com violencia e abusos. portanto é preciso se conhecer, conhecer aq propria historia pra poder junto com a medicação mnelhorar!
    tem jeito sim! eu tentei suicidio duas vezes,, vivi pessima a vida toda e hj tobem graças a mudar meu estilo de vida (passei a fazer exercicioos, parei de fumar e beber, passei a praticar yoga, faço terapia, etc!).
    é preciso aceitar a doença e buscar a combinaçaõ adequada de tratamentos!
    se ela tiver seu apoio ela consegue ser feliz sim, mas isso dependera dela se responsabilizar por ela mesma e querer!
    bjoka e boa sorte!

  • 06 / 02 / 2012
    Camila R Lopes

    tenho ciclotimia e queria saber se consigo me afastar pelo inss por um tempo pois nao estou conseguindo trabalhar?

  • 06 / 02 / 2012
    Camila R Lopes

    queria saber se

  • 09 / 02 / 2012
    Ana Maria Saad

    oi Camila!
    Querida não sei como funciona isso, mas acho q tem como vc se afastar sim, ja que essas doenças sao consideradas incapacitantes. De uma pesquisada e se cuide!!!
    bjoka

  • 02 / 03 / 2012
    Katharynny Gabriella

    Eu tenho sempre mudanças de humor, uma hora estou bem no minuto seguinte estou com muita raiva e/ou muito triste. Eu sempre acreditei que isso fazia parte do meu jeito… Mas agora acredito que esteja com ciclotimia. Pedi a minha mãe que me ajudasse me levando a um psiquiatra, espero conseguir um tratamento. Eu sofro com isso desde os 12 anos que foi quando desencadeei um quadro de depressão profunda. Hoje sofro de distimia.

  • 04 / 03 / 2012
    Joana

    Olá… Tenho um namorado que quando o conheci pareceu ser perfeito demais, cavalheiro, simpático, atencioso, moderado… eu até estranhei o fato dele estar sozinho! Mas agora, com quase 3 meses juntos, percebo que ele tem oscilações frequentes de humor/comportamento é variável de dia pra dia; eu nunca sei como devo agir diante dele, pois não sei nunca em que “dia” ele está. As vezes é romântico, falando sobre os planos que ele tem pra nós, agradecendo minha presença em sua vida e etc. Outras vezes, não atende o telefone, não responde minhas mensagens, se esquiva, parece estar indeciso quanto a estar comigo, faz com que eu me sinta inconveniente por invadir seu espaço, sua vida… digo isso pq depois de dias tentando falar com ele e sem entender o que estava acontecendo, fui a sua casa e quando cheguei lá não fui convidada para entrar, ele me tratou indiferença dizendo que estava tudo bem e que só estava cansado; acho até que ele acredita que eu sou exagerada, é como se ele não tivesse noção das coisas que faz… e Depois, ele volta ao normal. O que eu faço? Penso em terminar, mas vou empurrando com a barriga por gostar dele.

  • 05 / 03 / 2012
    Ana Maria Saad

    joana,
    ninguem muda!
    se vc sente que esse relacionamento nao t faz bem, pule fora! a nao ser q vc goste de confusão e de viver mal…
    caso contrario se cuide! e queira o melhor pra ti, pq numa relaçao se vc cuida vc vira mãe, se vc é cuidada vira criança…
    e doença não é motivo para falta de respeito! se ele nao falou claramente o que tem, melhor se afastar!
    bjoka

  • 19 / 03 / 2012
    Tatiane

    Olá,
    Sou casada há 5 anos e meu marido sempre me disse que me achava muito “bipolar”, mas nunca dei muita importância, apenas achava que era TPM ou até meu jeito mesmo. Dai fiz um curso onde um dos professores que é psicologo aplicou um teste na sala onde em mais de 40 alunos apenas o meu e de uma menina deu diferente e ao questionar o professor sobre a minha diferença ele disse que eu tinha (pelo teste) uma leve ciclotimia…. também não me importei, pois pra mim não passava de um teste. Porém com o passar do tempo esse sintomas (humor ciclotímico), passaram a me incomodar e eu resolvi pesquisar a respeito e me identifiquei muito com tudo, porém reluto em procurar ajuda de um psiquiatra, pois pra mim não é fácil aceitar que não consigo me controlar sozinha.
    Estou tentando (sem sucesso) me controlar, meu marido é um amor e me da todo apoio que preciso e tem toda paciência do mundo com minhas “crises. Tem até se proposto a ir aonde eu precisar ir, apenas para me ver melhor e sem o sentimento de culpa que sinto depois de uma crise que não controlo.
    Estou no “tempo” da conscientização e sei que algo precisa ser feito e que também sozinha não vou conseguir!
    Sei o que é viver isso de dentro do problema, mas imagino também que para uma pessoa que convive com alguém que tenha esse problema não é nada fácil.
    Tenho um filho e não quero que isso interfira em sua vida também.
    Para tratamento quais são as minhas alternativas?
    Obrigada!
    Tatiane

  • 20 / 03 / 2012
    Ana Maria Saad

    oi tatiane!
    é o primeiro passo é aceitar q se tem algo! e pra isso o melhor mesmo é estudar a respeito, pelo jeito vc tem feito isso.
    e vc afetara sim seu filho, alias ja afeta, como todo pai e mae independente de vc ter uma doença ou nao!
    qto mais natural vc lidar com isso mais simples sua vida e quem ta envolta!
    um paralitico nao tem como ele ficar tentando sozinho levantar, e se esforçando pra algo q nao vai acontecer, ao inves disso, ele aceita sua condição e passa a aprender a viver com ela, da melhor maneira possivel.
    busque medicos q sejam adeptos da medicina integrativa onde o foco nao é a doença, mas vc! onde alem de remedios eles t indiquem terapias variadas, yoga, meditação, enfim, mudança no estilo de vida!
    e nao se esqueça: vc é apenas o sintoma de uma sociedade doente!
    e vc pode ser mto feliz sendo vc, com doença e tudo!
    c cuide com carinho! e tenha paciencia ate vc achar seu caminho da melhora, pq demora mesmo!
    bjoka

  • 21 / 03 / 2012
    Tatiane

    Muito obrigada Ana!
    Vou procurar um médico, sei que será uma estrada longa e talvez árdua, mas estou disposta a tentar, acredito que irei conseguir e isso será ótimo para eu e todos a minha volta!
    Como vc disse …Vou mudar o estilo de vida rs…. E volto pra dividir esta experiência com vcs!
    Bjus
    Obrigada!

  • 21 / 03 / 2012
    Geison Ferreira

    q bom bela! aqui é a ana de novo!
    vamos nos falando e se pegue mesmo pra criar! com todo amor do mundo! vc merece!
    bjoka

  • 10 / 04 / 2012
    Fernanda Fernandez Scoothy

    Ola pesssoal estou fazendo terapia to vendo resultado e tomando remedio ta me ajudando muito abraços a todos

  • 17 / 04 / 2012
    Geison Ferreira

    q bom fernanda! o autoconhecimento é a chave mesmo da melhora! e a terapia é o caminho para encontra-la!
    ate!

  • 01 / 05 / 2012
    Anonima

    Sou apaixonada por um ciclotímico… Conheço ele a um ano e ele não sabe que eu o amo, ontem ele me falou do diagnóstico dele e eu fiquei perdida… Não sei como lidar com os ciclos dele. Até que ponto ele é responsável por seus atos? Como não ficar magoada com comportamentos que eu não sei se são dele mesmo ou consequências da ciclotimia? Eu deveria investir nessa paixão?
    De qualquer maneira ele é uma ótima pessoa e um ótimo amigo… Como posso ser um apoio, uma amiga que ele possa buscar?

  • 25 / 05 / 2012
    Sra Ciclotímica diagnosticada

    Olá ciclotímicos… cansei de mim. Todas as pessoas não me suportam mais… como sou anormal. eu também não me aceito.. essas oscilações de humor estão matando a minha alma está esgotando minhas emoções. sinto vontade de sumir. Se alguém for normal fale com Deus por mim para que Ele me dê uma trégua e me deixe num canto quietinha sem que eu faça mau para as pessoas, e que as reações delas não me firam ainda mais. Estou cansada dessa doença… Os medicamentos é que tem segurado a barra ultimamente.. mas perdi a esperança em tudo e não exista o que me mude de idéia…

  • 28 / 05 / 2012
    Geison Ferreira

    Oi Sra.,
    Olha, acho bem difícil uma pessoa “normal” conseguir ir além e conversar com Deus. No dicionário do Pensamentos Filmados, ser “normal” é ser igual as pessoas que propagam a “normalóidice” por nossa sociedade. Mas moça, não se aposse da doença como se ela e você já fossem a mesma coisa. Você não está bem devido a doença. Não porque você não é alguém boa o suficiente. Os medicamentos estão segurando a sua barra. Mas é importante que você também esteja fazendo uma terapia. Pois apenas medicamentos não irão resolver a sua situação. Transtornos de humor são consequências de comportamentos seus ou ao seu redor que não estão te fazendo bem. E uma terapia vai te levar a descobrir mais sobre você e as coisas que te fazem bem. Mergulhe nisso! Busque ajuda neste sentido. Existe sim um lado bem positivo nos transtornos de humor, que é te levar pra dentro. Te obrigar a se conhecer e dedicar tempo e amor a você mesma. Grande abraço e esteja conosco.

  • 21 / 06 / 2012
    karin possi

    Oi gente, é a primeira vez que escrevo algo num site sobre meu problema. Não sei exatamente o que tenho, se bipolaridade, ciclotimia, depressão. Mas sei que minha vida profissional é ótima, sou criativa, raciocínio rápido, trabalho mais do que muitos colegas, sou elogiada no trabalho. Só que na vida pessoal é um horror. As pessoas dizem que sou de lua, sincera demais, ao ponto de agredir muitas vezes com palavras, As pessoas me irritam com facilidade dependendo do momento que estou. Tive problema com alcool e drogas a vida toda, desde meus 13 anos, hoje tenho 39. Olho para traz e não me orgulho dos meus relacionamentos, todos inconstantes, violentos verbalmente, conturbados. Os finais dessas relaçoes entao me levam literalmente ao fundo do poço. Desenvolvo depressao severa, segundo meu medico. Aliás, epidodios depressivos são constantes. Já tomei caixas de remedios quando estava em quadros graves de depressao não queria me matar, queria parar de sofrir e dormir por dias, Mas uma vez entrei em coma. Sempre achei que eu me fazia de vitima, que na verdade queria atenção, mas comecei ha 3 meses, um tratamento serio, pois nao aguentava mais ser como eu sou, ou estar como estava. Estou tomando lamotrigina para estabilizar meu humor e bupropiona, anti depressivo. é incrivel mas ate minha compulsao por alcool melhorou muito. Minha libido que era exagerada tamém. Só que a lamotrigina começou a me dar problemas na pele, aí tive que reduzir a dose. Há dois dias estou com episodios rapidos de depressão. Choro do nada e não sei porque. Tenho medo de ficar assim, tenho medo de voltar a sofrer. Tenho vontade de pedir desculpas a tanta gente, por tudo o que fiz e fui! O importante é que agora admiti a doença, mas ainda tudo é muito confuso pra mim. Obrigado pelo espaço e por poder desabafar!!!!

  • 27 / 06 / 2012
    Ana Maria Saad

    oi karin!
    sabe q eu demorei mais de 10 anos pra aceitar a doença!
    ou seja, demorei mais de 10 anos pra me aceitar! quem sou, como sou!
    e somente depois q aceitei a doença e fui em busca de descobrir pq minha mente pirou é que fui a fundo no autconhecimento e desconbri q minha mente nao pirou do nada.
    fiz uma bela faxina, tirei toda a sujeira do porao (incosnciente) e comecei a limpa-la!
    assim como vc bebia mto e fumava, parei de beber graças a yoga. encontrei na terapia corporal uma forma de ir alem da mente e hj sei q minha mente é biruta mas eu nao sou ela.
    hj to curada!
    portanto nao desista de vc!
    de uma olhada nesse link q tem varias opções de tratamentos!
    http://www.pensamentosfilmados.com.br/br/opcoes/
    combine os tratamentos, se dedique a vc, e tenha paciencia pq o processo é doloroso e longo, mas é belissimo!
    bjoka

  • 27 / 09 / 2012
    Juan Gutierrez

    Olá Ana,
    Primeiramente, quero te parabenizar pelo seu trabalho. Sofro de Distimia, pelos menos, desde os meus 13 anos em que os sintomas começaram timidamente. Com o passar do tempo o quadro foi se agravando. Sempre tive muitos amigos, quase sempre uma pessoa irreverente e divertida. Contudo, em alguns momentos numa roda de amigos, por exemplo, subitamente começava a me sentir mal, sem saber de onde aquilo vinha tal sensação desagradável. Quando me casei, certo dia fiquei assustado com a intensidade da sensação desagradável. Estava na praia de Ipanema no Rio, onde moro, com a minha companheira de então, quando senti um vazio tão grande que não encontrava razões para sentir-me bem. Apesar de ter sido numa manhã de domingo linda, estava empregado, sem motivos externos para me sentir triste. Hoje estou com 38 anos no último período da faculdade de Direito que iniciei em 2003. Passei por momentos semelhantes ao que passou “de fundo de posso” quase sem volta. Confesso que às vezes tomo bebida alcoólica para me anestesiar da sensação. Não consumo em grandes quantidades, tipo uma garrafa de vinho duas vezes por semana, ou duas garrafas de cerveja. É temeroso pois tem histórico de alcoolismo na família (meu pai). Faço análise, tomo remédio Sertralina e o famoso Rivotril. Parei com a yoga e a meditação, que são recursos que me ajudam a manter o equilíbrio. Ultimamente, tenho lido muito sobre PNL e hipnose. Vc já fez tratamento clínico com hipnose? E qual a sua opinião a respeito? Obs: sei que nós humanos somos holísticos, ou seja, no meu caso o análise é necessária, os remédios idem, o meu esforço em querer me sentir melhor, o lado da espiritualidade, e a hipnose seria mais um recurso de todo este universo do meu mundo interno.

    Um grande abraços

    Juan Gutierrez

  • 01 / 10 / 2012
    quetere

    eu nao sei mais o que faço eu estou com uma vontade louca de morrer eu nunca estive tao mal dese jeito eu nao sei mais o que fazer

  • 01 / 10 / 2012
    Cris

    Meu diagnóstico é de ciclotimia. Tomei topiramato e sertralina por um ano e fiz terapia, mas decidi parar, pois em nada melhorou minha auto-estima. Continuo reclamando da vida do mesmo jeito, mesmo com remédio. Minha vida é bacana. Mesmo assim reclamo. Se trabalho, reclamo, se fico à toa, reclamo e tenho preguiça. Me sinto como um pesado cágado que se movimenta lentamente, mas não sai do lugar. Detalhe, não sou gorda. Apenas me sinto pesada. Minha saúde é nota 10. Mas minha cabeça é cheia de coisas sem sentido. Ao mesmo tempo que não quero ver ninguém, quero ver todo mundo. Assim não dá. Quero ficar bem.

  • 02 / 10 / 2012
    Geison Ferreira

    Oi Cris, aqui quem fala é o Geison. Li sua mensagem e te entendo perfeitamente. Porque apesar de não ter desenvolvido uma Depressão incapacitante, sempre fui assim, “down”. As mesmas coisas que me faziam bem, me faziam mal. Tipo, “hoje eu vou pegar este dia de Sol e vou caminhar no parque. Adoro caminhar no parque!” – E no meio do caminho eu já estava pensando: “De tantas coisas pra fazer, porque estou vindo aqui? Que trabalheira. Que chatice!” – No meu caso, fui descobrindo que isso fazia parte da maneira que a minha mente trabalhava. Venho uma uma família muito desestruturada onde eles viam apenas o lado ruim das coisas. Todos se colocavam pra baixo, falavam mal u dos outros. E nossa mente reproduz as coisas. Dai mesmo afastados deles, minha mente já estava condicionada a este tipo de comportamento. Te falo que a terapia me ajudou demais. Me direcionou para que eu enxergasse as coisas. Então não pare! Não desista de você. Não aceite viver mal. Pois isso não é o correto. Entre na página criada pela nossa Ana Maria e veja a quantidade de caminhos que você pode seguir: http://www.pensamentosfilmados.com.br/br/sexo-e-tabu

  • 04 / 10 / 2012
    Carlos Eduardo Jose Francisco Morais e Silva

    Tive uma nomoro de 2 anos, meio conturbado pelo dificil relacionamento com minha ex.Ela é uma pessoa muito ciumenta, irritada, meio anti social, crítica, irônica, desanimada e etc.
    Durante o namoro apesar de ter os meus problemas também, aceitei as imposições dela, mesmo brigando eu aceitava, passei a viver praticamente só pra ela.Ela não me deixava ter convivio social, desconfiava de mim, olhava meu celular para bisbilhotar, implicava com a maioria dos meus amigos e ate parentes.Mas dizia que eu era uma das pessoas mais importante da vida dela e que me amava.
    Era muito difícil conviver com ela, mas eu tambem a amava apesar de tudo.
    Às vezes ela ficava muito cansada devido a sua rotina de trabalho e problemas em casa.E por conta disso as vezes não nós víamos, mas sempre compreendia e aceitava, apesar da vontade de vê-la e fazer alguma coisa com ela.
    Até que o nosso namoro caiu na rotina e ela me pediu um tempo e depois de uma semana ela quis terminar.
    Eu aceitei inicialmente, pois achava que seria bom para ela e quando ela tivesse certeza do que sentia por mim, ela iria voltar .
    Só que o tempo foi passando e ela sumiu.Então, passei a tentar contato com ela, só que sem sucesso, ou ela não atendia ou mandava mensagens dizendo para não procura-la, pois não sentia mais nada por mim e que ja tinha me deletado da vida dela.
    Fiquei muito mal com isso, mas aceitei e pesquisei sobre esse comportamento dela e cheguei a conclusão que ela poderia ter distimia.
    Então, depois de quase um ano separados ela me procurou, foi um dos dias mais feliz da minha vida.Nós saimos, ela falou coisas lindas pra mim e até nos beijamos e à partir daí passei a manter contato com ela diáriamente, apesar de que ela não queria voltar por enquanto e deixar as coisas acontecerem.
    Falei com ela sobre a distimia e ela falou que realmente se encaixava no perfil e se eu a ajudaria a procurar ajuda.É claro que ajudaria! Eu a amo muito!
    Até que ela parou de manter contato comigo novamente e falou que era para eu deixar ela me procurar e não eu procurar por ela.
    Depois de 3 meses a encontrei casualmente e perguntei por que ela sumiu, então ela disse que está namorando.
    A notícia veio como um flecha no peito e estou muito triste.
    O que devo fazer para superar ?

  • 06 / 10 / 2012
    Geison Ferreira

    Oi Carlos,
    É bem importante você entender que a sua ex realmente pode estar precisando de ajuda. Mas isto não depende de você, mas sim dela. Eu mesmo já tive um relacionamento assim, movido por ciúmes, inseguranças brigas… E te confesso que me bagunçou demais! Fiquei mal, ao mesmo tempo que entendia a necessidade de ajuda. Fui até onde pude. Mas em determinado momento precisamos prestar atenção para não ultrapassarmos nossos limites. E dai seriamos 2 doentes.
    As relações se transformam. Evoluem. E acabam. Cada pessoa tem seus objetivos, sonhos, metas e travas.
    O que você precisa viver é o luto desta relação. Chore, sinta o que tiver que sentir. É importante não guardar sensações e sentimentos. Mas saiba que a vida é longa e da mesma maneira que vocês se reencontraram, pode acontecer se tiver que acontecer.
    Quais são os SEUS desejos? Suas metas de vida? As coisas simples cotidianas que você gosta de fazer sozinho? Se concentre nisto neste momento. Na sua história. Realmente não é fácil. Mas muitas vezes é a nossa mente dizendo que não será fácil. Quando na verdade é tudo bem mais simples. Grande abraço e mande notícias.

  • 16 / 12 / 2012
    Mayara

    Oi gente, há um tempo venho acompanhando e buscando saber mais sobre a Ciclotimia e bipolaridade e somente hoje parei pra ler os comentários.
    Bem, o meu interesse é devido não só por me identificar com algumas caracteristicas da distimia, mas meu maior interesse é devido ao meu namorado. Ele recentemente foi diagnosticado com bipolaridade e ciclotimia, iniciou o tramanto com o psquiatra e toma remédios citados aqui como a bupropriona, esse diagnostico só foi possível após uma recaída com as drogas, seu primeiro contato com as drogas foi aos 15 anos, e desde então já experimentou de tudo. O próprio psiquiatra disse que ele buscava nas drogas sua auto-medicação, afim de amenizar os sisntomas da doença por um determinado tempo. Não sei se é devido a doença ou devido ao contato com as drogas, mas ele mente em demasia, e isso sempre causa grandes transtornos. Ele é muito instável, não se pode confiar para se fazer grandes planos. Não o recrimino pela doença, acredito que é uma doença como outra qualquer que uma pessoa possa ter em qualquer orgão, mas se tratando de uma doença emocional, psiquica, acho que é mais dificil tratar e que a sociedade a recrimine e não o compreenda como alguém que apenas precise de ajuda.Ele já passou por uns maus bocados, inclusive aos 13 o pai faleceu em seus bracos em uma ataque cardiaco, o psquiatra disse que ele deveria ter tido acompanhamento desde criança, mas enfim, não podemos voltar no passado e corrigir o que passou, só queria saber como posso ajudá-lo, pois tenho fé que ele consiga, porém por desconhecer a doença e as limitações que ela ocasiona ao ser humano, não sei se posso esperar dele que consiga ser um pai de família, com responsabilidades ou que no minimo consiga ter independência no que hoje é necessário pra sobreviver. Eu o amo e queria ajudá-lo, mas também não quero prejudicar meus sonhos e planos de um futuro em uma pessoa que devido as limitações não consiga ter algo sólido.Nossa que desabafo…
    Obs. apesar da doença ele é um homem incrível, carinhoso, família, zeloso com os entes queridos, amoroso, amigo, e seu maior sonho é ser pai, ser um pai que ele não teve, que lhe foi tirado, mas infelismente ele não consegue cumprir com as responsabilidades, é fraco diante aos problemas que naturalmente temos em nossas vidas e não podemos evitar.

    Abraços
    Mayara

  • 07 / 04 / 2013
    R.

    Oi, tenho 17 anos e comecei a me sentir mal lá pelos 12. Engordei uns 15 kg e comecei a ter muito dificuldade pra me concentrar. Eu era uma pessoa engraçada e determinada e passei a ser chata, irritada e preguiçosa. Há um mês fui diagnosticada com distimia e estou tomando um anti-depressivo, mas não está ajudando em nada. Ao contrário, parece que eu piorei. O pior é que estou no cursinho, não tenho tempo e o dia parece que me sufoca, por que não consigo sentir prazer em mais nada, eu adorava ler e escrever. Hoje não consigo mais nem rir. Parece que sou limitada, que vejo a vida com um véu na minha frente, com uma nuvem na minha cabeça. Sei que tem gente pior do que eu e que tenho sorte de não ter tido uma depressão maior, mas é difícil. Quando olho pro meu futuro não consigo me imaginar bem.
    Beijos.

  • 15 / 04 / 2013
    Ana Maria Saad

    rachel,
    se vc foi ao medico, fez exames e descartou problemas fisicos, entao vamos la:
    quando eu estava com 18 anos tentei me matar duas vezes, muitos desses seus sintomas eu sentia também, hoje aos 31 estou curada. eu era bipolar e tive varios outros transtornos de me curei.
    aprendi por exemplo nessa longa jornada que se vc quer ficar pior se compare com os outros!
    nao existe como vc se comparar a ninguem pq vc é unica, ja pensou sobre isso? igual a vc nao existe ninguem! essa coisa de comparação é o ser humano cabeçudo que inventou, veja na natureza se o beija flor se compara com a águia e vice versa. não, eles apenas aceitam o que são, a natureza os fez assim q pronto! nao tem melhor ou pior! tem vc!
    e vc esta se sentindo mal, primeiro passo é aceitar! e essa aceitação pode ser difcil, mas saiba que essa doença pode ser sua grande mestra! então se pergunte: para que estou doente? o que a vida quer me ensinar?
    e busque ajuda terapeutica, combine tratamentos, porque so remedios nao curam! existem diversas tecnicas que vao t ajudar: terapia transpessoal, artistica, musicoterapia, terapia corporal, etc.
    e va fazer exercicio, yoga, meditaçao pq bem vinda: se vc realmente quer melhorar ha que se mudar habitos e estilo de vida e isso é o mais dificil, pois exige que vc se responsabilize pela sua melhora nao colocando o processo de cura nas maos dos medicos e terapeutas, ou pior, na pilula milagrosa! e sim na suas disciplina e comprometimento com o seu bem estar!
    é necessario mergulhar em si, no autoconhecimento: seus sentimentos,emoções, historico familiar (como foi o ambiente em que vc cresceu? vc teve afeto, foi superprotegida? muito cobrada?sofreu algum trauma?) e para fazer isso só com a ajuda de bons terapeutas!
    mas tem jeito sim!
    e se informe, leia bastante sobre os transtornos mentais, sobre medicação, psiquiatria, tecnicas terapeuticas, medicina integrativa, enfim, seja seu proprio laboratorio e cientista!
    e vc vai ver como essa doença vai ser uma grande aliada no seu processo de despertar para a vida!
    bjoka

  • 18 / 04 / 2013
    Rachel

    Muito obrigada, Ana. É muito bom ter a ajuda de alguém que passou por algo parecido. :)

  • 06 / 05 / 2013
    Ana Maria Saad

    conte comigo!
    bjokaaaaaaaa

  • 27 / 05 / 2013
    osmar

    Boa noite, eu não sou uma pessoa depressiva mas quero sim muito ajudar a minha ex namorada que seria a minha esposa no futuro. Ela esta com 43 anos, nosso relacionamento durou 7 meses e neste sete meses foi a melhor coisa que aconteceu em nossa vida. Vivíamos em constante alegria e felicidade. Ela é divorciada e tem uma filha e uma filha bela de 12 anos eu já estava tornando um bom amigo para ela como se fosse um pai. Os problemas começaram a surge quando o ex-marido entrou no fórum para tentar reduzir a pensão, abalou ela e ficou mais abalada quando ela foi conversar com ele sobre a pensão e ele revelou que o cunhado tinha levado ele numa casa de prostituição. Ela quando estava casada, tinha suspeita da traição. Abalou mais ainda porque o irmão que tanto ama que também era casado fez esta traição. Ela contou a mãe. A mãe deveria dar apoio e orientar e parecia que o filho estava certo. Eu dizia, espera esfriar e ai vc conversar com ele e ponha os pontos nos is, não fez e ficou calada. Ela dizia que era tratada pelo marido como se fosse empregada e que tinha que ralar eles não vivia bem. Precisava de um motivo para divorciar e divorciou. Então vieram os problemas de saúde, taquicardia, alterações na pressão, desanimo, dor no corpo, falta de ar e queria ficar so, do nada ela terminou o relacionamento comigo e dizia que seria melhor para mim, eu perguntava e o nosso amor e ela dizia que guardou num baú e deixou bem longe dela, ela se trancou. Dizia que todos não a entendiam, que a vida não era fácil, que agora não quer ninguém e quer ficar sozinha e tocar a vida, ela esta muito triste mas não da o braço a torce. Procurei entender isso e achei que poderia ser depressão. Mas não sei o que fazer para eu me aproximar e tentar ajudar. Ela se fecha e não escuta ninguém, diz que chora muito e nem dorme direito para tomar decisões. Sei que é depressão mas mesmo assim a amo muito. Obrigado.

  • 28 / 05 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi Osmar,
    É bem importante que sua namorada entenda que aquela história acabou! E se o contato com o ex trás lembranças e sentimentos ruins, que ela se afaste dele de vez. Porque ficar remoendo fatos antigos só vai lhe trazer mais tristeza e arrependimentos. Talvez ela precise de ajuda terapêutica para aprender a ser a própria base. Pois a decepção dela com a relação anterior, faz com que ela não enxergue as novas possibilidades e fique acreditando que pode sofrer as mesmas coisas com você nesta nova relação.
    Deixe que ela respire, reflita. Dê apoio como um amigo e não force a barra. Se existe sentimento de verdade entre vocês, tudo se resolverá.

    Grande abraço.

  • 09 / 06 / 2013
    Isabela

    Então, o meu avô e meu tio são bipolares… a minha mae, por sua vez não é, mas ás vezes ele surta muito por coisas muito pequenas e ás vezes ela nem se importa, por exemplo uma vez meu irmão quebrou o notebook dele, ela nem ligou e outra vez eu perdi um casaco dela, além dela me bater muuito, brigar comigo, e me xingar, ela me “expulsou” de casa – eu tive que ir pra casa do meu pai(eles são separados) por uns 3 dias, mas logo depois(como sempre) ela se arrependou de tudo e pediu desculpa e tals. Aí eu percebi que eu puxei ela um pouco nesse quesito e, além disso, às vezes eu fico extremamente obssesiva com algo, por exemplo se eu quero um fone de ouvido, eu vou até o fim do mundo pra compra um fone de ouvido, sem falar que tem dias que eu estou muito confiante e em outros muito insegura. Eu posso ter alguma coisa? E a minha mãe?

  • 10 / 06 / 2013
    Ana Maria Saad

    Isabela,
    Essas doenças sao caracterizadas como doenças quando atrapalham a vida da pessoa e somente médicos bem treinados e humanos poderão te dar um diagnóstico, que só te ajudará se vc for buscar seu bem estar, se vc for a fundo nas causas de ter adoecido ao invés de se contentar com um rótulo de doente e pronto, entende o que quero dizer?
    É que muitos buscam se apoiar nas doenças como desculpa para cultivar sofrimento ao invés de usa-las como degraus para a propria transformação.
    Você mesma diz que vem de uma familia conturbada, motivos para ter adoecido vc tem de sobra, a questão é, enquanto vc nao buscar autoconhecimento nao existe se sentir completamente bem na propria pele..
    E como buscar autoconhecimento? Através de terapias que levem em consideração nao só sua mente mas seu corpo,como a bioenergetica, terapia transpessoal, terapia corporal e até mesmo constelação familiar que é otimo pra entender a problematica familiar.
    busque ajuda, se aventure no caminho do autoconhecimento e vc vera q sua vida tem motivos ´pra estar como esta e que vc pode aprender mto com tudo isso!
    bjoka

  • 23 / 07 / 2013
    Andressa

    Boa noite. Estou em uma fase difícil, esta td muito estranho, de uma hora para outra meu humor muda e eu fico muito irritada com coisas atoa, as vezes eu nem sei o motivo da minha irritação. Na maior parte das vezes sinto um sentimento de angustia . . . Não sei explicar. Minha mãe sempreeeee me critica por tudo, mesmo quando eu tento fazer as coisas do jeito que ela quer, só para poder agrada-la e mesmo assim ela só sabe achar defeitos. Eu namoro um rapaz a quase 7 anos e depois deste relacionamento parece que as coisas pioraram, antes eu não era assim, sempre fui meio de lua como as pessoas dizem, meio louquinha sabe? Mas era diferente, nunca com esses sentimentos ruins, sempre fui alegre, espontânea, brincalhona . . . Desde quando eu mudei para a cidade onde eu moro, eu nunca mais fui a mesma pessoa. Ando cansada, sem animo, vontades . . . Agora eu so sei ficar deprimida, angustiada, irritada, triste . . . To mto mal, to engordando e nunca quis isso, sempre tive orgulho do meu corpo, da menina bonita e invejada que eu era. Não sei o que fazer . . .

  • 28 / 07 / 2013
    Carolina

    Oi pessoal!
    Lendo a história de vcs, percebo que esses sentimentos negativos que nos invadem, por motivo ou não, são mais comuns do que eu imaginava. Eu sempre me senti diferente dos outros, sempre me senti pior que outros, mais burra, mais feia, menos sortuda.
    Tudo oq pode me colocar num sentimento de vazio acontece direto comigo.
    Lembro de ter 4 anos e já me sentir assim, tanto é que eu tinha crises de raiva e a alternativa da minha familia e rezar o terço quando eu tinha esses “ataques”. Bom, na adolescencia foi muito pior, sempre acompanhada de momentos de variação de humor, me acostumei com isso e sempre me denominava como uma pessoa de momento, pois em alguns dias eu variava da tristeza ao ódio várias vezes ao dia e adotei isso como uma caracteristica minha. Para piorar fui atacada por um vizinho quando tinha 10 anos, meu tio tentou abusar de mim com 16 e desde então tenho sexo como uma coisa errada, impura e minha vida sexual, portanto, é um desatre.
    O que quero dizer com tudo isso, é com hoje, com 28 anos, ainda luto todos os dias para ficar bem, faço tratamento há mais 5 anos, tomo um controlador de humor e um anti depressivo e sinto que a minha vida mudou quase nada. Já tentei me matar e hoje mesmo pensei nisso de novo, por que seguir com toda essa dor? Pq para as outras pessoas tudo é mais simples? Já não consigo mais ter relacionamentos, por que sei que depois de um tempo acabo me tronando uma pessoa ruim, e sempre levo o outro ao sofrimento. É muito dificil, para n dizer impossivel, vc ter alguma expectativa de futuro, pq a final de contas pq vc está aqui?
    Me desculpem esse bombardeiro de palavras, mas ler oq vcs escreveram me deu vontade de contar a minha história e agora não me sinto tão diferente assim, percebi que muitos sofrem do mesmo mal que eu e isso tem que ter uma explicação, não é possivel.
    Beijos

  • 29 / 07 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi Andressa,
    Muitas vezes as cobranças do dia-a-dia (compromissos, trabalho, estudos, família…) tomam toda a nossa atenção, nos fazendo esquecer de nós mesmos! Preste atenção se você está fazendo o que gosta, se está num relacionamento que gosta… Alias, pergunte para você mesma o que realmente gosta!
    Falo isso por mim mesmo, por exemplo, se de todas as minhas obrigações eu não estiver fazendo ao menos alguma mínima coisa que gosto… Desanimo! Faço mal feito. Desconcentro. E isso não é bom para mim, e muito menos para as pessoas ao meu redor.
    Se manter atento é o segredo. E talvez seja necessário que você busque alguma atividade que desperte esta consciência em você. Um grande abraço !!!

  • 29 / 07 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi Carolina,
    É muito importante se expressar e dizer o que sente. Jamais se reprima!
    Alias, a maioria dos casos de transtornos de humor nascem da repressão. De quando não podemos ser e agir da maneira que realmente somos.
    Sinta-se a vontade neste espaço e queremos novidades ao seu respeito. Grande abraço!

  • 13 / 08 / 2013
    IS

    Bom dia,sempre fui uma pessoa alegre ,e que gostava de estar com amigos,ir em festas passeios,comecei a trabalhar cedo para ter meu própio dinheiro,tive muitos tipos de emprego,ajudante de pedreiro desde os 10 anos,feirante,sacolão,fabrica de blocos .lajes,ajudante de mercearia ,supermercado,tecelagem,metalúrgica e finalmente auxiliar e técnico de enfermagem,ou seja nunca tive medo de trabalhar nem de ter contato com pessoas,mas ultimamente,comecei a sentir angústia quando saia de casa para ir trabalhar,decidi deixar um de meus dois empregos para ver se era apenas cansaço ou stress,de inicio pareceu melhorar mas em pouco tempo passei a me sentir cada dia mais angustiado e triste,e ter dificuldade em desempenhar meu serviço como antes,houve momentos em que comecei a ter medo de fazer alguma medicação errada e prejudicar algum paciente,comecei a sentir medo de fazer qualquer procedimento por mais simples que fosse e também passei a ter lapsos de memória,sempre tomava a iniciativa quando tinha qualquer intercorrência com os pacientes e assumia o controle da situação como a coisa mais natural ,pois tinha confiança no que estava fazendo,mas no começo desse ano durante uma emergência no setor entrei em pânico e não consegui ajudar,senti medo taquicardia ,tontura e vontade de chorar incontrolável;pedi para uma colega assumir o atendimento do paciente.a partir desse dia fiquei com pavor de fazer qualquer medicação;comecei a ter medo de sair de casa e quando chegava próximo ao meu trabalho sentia vontade de fugir para longe procurei auxilio no PS e a médica ao ver minha situação me encaminhou a psiquiatra que me diagnosticou com depressão e desde então ainda não consegui retomar minha rotina normal,comecei tratamento psicológico mas infelizmente arrumei uma clinica onde todo mês ligavam para cancelar as consultas por isso ou por aquilo,ó de saber que eu teria de ir na consulta já era motivo para não dormir ou mesmo comer.e com tanto marca desmarca,fui ficando desmotivado e abandonei o tratamento,e para ajudar minha medica sofreu um acidente e está de licença sem previsão de retorno. já passaram vários pensamentos ruins em minha mente para me livrar dessa tristeza e angustia que sinto,eu não sei o que fazer.

  • 19 / 08 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi “IS”, aqui quem te responde é o Geison.
    Desde cedo eu descobri e tive que entender bem que as necessidades caminham a frente dos nossos desejos. Aos 10 anos de idade eu vendia bolos e cafés numa barraquinha que ficava na porta da casa de uma cartomante. Acordava as 6h da manhã com a obrigação de fazer boas vendas, pois era deste dinheiro que vinha parte do sustento de minha casa. E mesmo amando estudar e aprender, estas obrigações adiavam o meu caminho. O entendimento que me referi no início é exatamente isso: Saber que aquilo era uma necessidade, e não meu desejo de vida. E se eu crescesse, mas continuasse apenas cumprindo necessidades e obrigações, seria alguém infeliz. Mesmo tendo 2 ou 10 empregos diferentes.
    Você já se perguntou o que realmente amaria fazer. Independente das possibilidades, pense nisso. Se permita! Te falo que é um movimento que parece simples, mas existem tantos condicionamentos, nossos e externos, que muitas vezes as vozes lá de fora gritam mais alto abafando nossa voz interna e verdadeira. Pense nisso e continue conosco. Grande abraço.

  • 02 / 09 / 2013
    SANDRA

    Olá,
    Há muitos e muitos anos sou uma pessoa totalmente mau humorada. Apesar de ter consciência do mal que causo a mim e as outras pessoas, sempre acreditei que todo esse mau humor é consequência dos problemas cotidianos (não são problemas sérios) mas vejo que nunca acabam. Me considero uma pessoa mal educada, mas após ver uma reportagem sobre a distimia, acredito que sofro desta doença, pois tento de todas as formas ser uma pessoa melhor e não consigo. Procuro evitar as pessoas porque sei que inconscientemente minha expressão facial vai transmitir tristeza e irritabilidade. Minha cara fechada acaba por afastar também as pessoas. Quando tenho segundos de alegria, em seguida me dá uma tristeza e desespero. É como se eu fosse passar mal ou algo de ruim fosse acontecer a qualquer momento. Tenho 40 anos e quero ser uma pessoa mais alegre com ou sem problemas.

    Agradeço a oportunidade de buscar ajuda.

  • 03 / 09 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi Sandra,
    Talvez no seu caso, um tratamento terapêutico possa te ajudar demais. Pois independente da doença, todo ser humano deveria buscar se conhecer para escolher melhor seus caminhos, postura, relações e maneira de viver a vida. Exemplo: Se você olha e de imediato odeia a cor azul, talvez seja porque de fato você simplesmente não gosta de azul, e não adianta forçar a barra só porque dizem por aí que azul é a cor da moda. Entende? Existem milhares de outras cores, tonalidades e combinações que, se você enxergar, vão de deixar mais feliz e realizada. Na maioria das vezes sofremos por condicionamentos impostos e passamos a vida lamentando ter que lidar com coisas que na verdade… Não precisamos lidar! Existe uma grande simplicidade nisso tudo. Encontre seu jeito de ser e seja feliz nele. Abraços!

  • 28 / 10 / 2013
    Ivo

    Sou filho de uma mãe hiper protetora, que me criou excluído do mundo. Não podia brincar na rua, não podia sair com os amigos. Enfim, rapidamente fui reconhecido como “diferente” no colègio, clube, e de certa forma na vida. Náo preciso dizer o tamanho da dor que esta exclusão me causou. Para lidar com ela, desenvolvi duas ferramentas: a superioridade e a agressividade. Arrogancia e violéncia verbal. Afastei muitas pessoas, e me prejudiquei muito por isso. Acabei com um casamento, e talvez esteja prestes a acabar com outro. Não tomo remédios, faço análise há doze anos, e compreendo perfeitamente as relações de causa e efeito envolvidas. Mas ao menor sinal de exclusão ou depreciação, ou nas angústias do dia a dia, respondo atravessado, quem fala è o meu inconsciente povoado por fantasmas e dores. Sou sensível, inteligente, afetuoso e poderia ser feliz. Não sou depressivo, pratico esportes, sinto que preciso moderar o meu humor, e ter mais cuidado na forma de falar com o outro. Serei capaz?

  • 29 / 10 / 2013
    Geison Ferreira

    Oi Ivo, apesar do mal estar que tudo o que você descreveu te causa, também existe uma consciência e alguns porquês que te levaram a adoecer. Eu também passei por coisas parecidas com as suas. A “superproteção”, a exclusão… E durante muitos anos fiquei num movimento de reclamações, lamentações… Até que entendi que isso não contribuía em nada para mim. Hoje você tem a capacidade de se cuidar, de se incluir… Busque uma ajuda terapêutica com este novo foco. Neste “você consciente”. E não se culpe pelas ferramentas que te ajudaram a sobreviver (superioridade e agressividade), agradeça e se pergunte se elas ainda são necessárias neste seu novo momento. “De quais ferramentas necessito hoje?” – Esta é a nova pergunta. As vezes ficamos aprisionados no passado e esquecemos da força do nosso presente. Hoje você tem a total capacidade e liberdade de buscar o que te faz bem. Grande abraço!

  • 11 / 11 / 2013
    mellissa

    Olá, sempre tenho mudanças de humor, num minuto estou bem e de repente fico mal, triste, tudo me incomoda, não quero que ninguém chegue perto de mim e a minha vontade é de ficar deitada, quieta. Isso tem haver com a Ciclotimia ou Distimia? Sei que Bipolaridade não pode ser, os sintomas não condizem com a doença, mas queria saber se alguém tem esse mesmo problema e que por favor me ajudasse a tomar alguma providência cabível a situação!

  • 12 / 11 / 2013
    Ana Maria Saad

    oi melissa!
    bela, um diagnostico preciso muitas vezes nem os psiquiatras conseguem dar!
    mas busque um de sua confiança e busque fazer terapias! terapia transpessoal, a terapia de bioenergetica ajudam mto vc a entrar em contato com vc mesma e assim poder usar essa dor para sua transformação, melhorando de fato!
    busque ajuda terapeutica! fuce no nosso site q vc encontrara varias dicas!
    bjoka

  • 12 / 11 / 2013
    Geison Ferreira

    Melissa, a providência mais acertada que você pode tomar é buscar uma ajuda especializada (psicologo, psiquiatra, terapeuta) para que você receba um diagnostico conclusivo e possa fazer um tratamento efetivo. Cada pessoa é diferente. Cada organismo é diferente. Faça isso o quanto antes e a doença (seja ela qual for) não irá mais atrapalhar sua vida. Grande abraço.

  • 10 / 01 / 2014
    Fred

    Bom, uns 3 anos atras, eu senti algumas coisas estranhas, como se estivesse passando mal, uma forte dor no peito, sudorese, palpitações, formigamento no corpo inteiro e com isso um desespero total, uma sensação horrivel ñ desejo a ninguém, acho que nem o meu pior inimigo, pois bem, esse sintomas aprecia do nada, e nunca conseguia prevê, minhas mão molhadas de suor o meu rosto formigando que descia para o resto do corpo o coração acelerado e uma dificuldade de respirar e o desespero batia, dava uma vontade de sair da onde estava correndo logo apos uns 2 meses tive uma crise muito forte no trabalho fui ao medico (clinico na emergencia) com esses sintomas pra mim naquele momento eu iria desfalecer, quando fui atendido o medico então me examinou tirou a pressão conferiu os batimentos cardiacos e perguntou – me o que sentia, respondi e ele pediu para fazer alguns exames raio x torax, um eletro e me deu soro ñ conseguia comer pq sentia um nó na garganta, e quando os sintomas foi passando ele pediu para retornar ao consutorio, e la me disse o que eu tive uma crise de estresse, e me me deu uma guia para marcar com um psiquiatra, desde aquele tempo venho fazendo o tratamento, mas desistia no meio do caminho para de tomar a medicação (fluoxetina) pq sentia melhor, e retornava as crises e voltava ao consutorio psiquiatrico, e novamente a fluoxetina, no final do ano passado voltei a fazer o tratamento, juntamente ao psicologo e o psiquiatra, tem dias q sinto q ñ tenho nada e outras as crises, mas, so no final do ano passado que perguntei o que realmente eu tinha e ele me diagnosticou com Distimia e depressão leve

  • 16 / 01 / 2014
    Geison Ferreira

    Oi Fred, seja bem vindo neste espaço. Com o tempo você vai ver que o nosso foco está no ser humano por trás da doença. Por isso falamos tento da necessidade de buscar o autoconhecimento, pois ai você entenderá as razões que o levaram a adoecer (ninguém adoece “do nada”), e assim poderá se tratar por inteiro e com certeza verá a cura.
    Acesse a sessão “sexo é tabu” aqui no site e você encontrará muuuita informação esclarecedora. Grande abraço!

  • 20 / 01 / 2014
    Ana Maria Saad

    Fred querido, assista a esse documentario que vai te ajudar a clarear o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g
    bjoka

  • 20 / 02 / 2014
    Bianca

    Olá,
    Achei o seu site muito interessante. Parabéns! Acredito que esse tipo de informação pode ajudar muitas pessoas. Doenças psiquiatricas estão presentes em quase todos os ciclos sociais, mas ainda é um Tabu. Enfim…
    Tenho uma dúvida: uma pessoa pode ter distimia e ciclotimia simultaneamente?
    Obrigada!!

  • 20 / 02 / 2014
    Ana Maria Saad

    Oi Bianca, então a gente não pode responder sua pergunta pq nao somos médicos, embora muitos nao souberam responder a diversas perguntas basicas que tive…
    Sugro que vc leia o livro do psiquiatra Dr Diogo Lara “temperamento forte, os altos e baixos do humor” pq la ele explica bem sobre os diversos tipos de transtorno de forma bem facil! Esse é o site dele: http://www.bipolaridade.com.br/
    bjokaaaaaa

  • 04 / 03 / 2014
    Sara Brito

    Olá! A fim de me conhecer melhor venho buscando na internet informações à cerca dos meus comportamento e achei esse site muito interessante. Se possível gostaria que me ajudassem a descobrir se possuo alguma síndrome.
    Hoje tenho 23 anos e desde criança sempre gostei mais de ficção do que realidade, assitia filmes e coisas relacionadas a astronomia e natureza cerca de 5 horas por dia, na maioria das vezes brincava sozinha, sempre incluindo nas minhas brincadeiras personagens fictícios. Não cresci sendo uma criança isolada, muitas vezes brincava com outras crianças e sempre gostei de praticar esportes. Na adolescência tinha dificuldade em me concentrar nos estudos e fazer e manter amizades. Hoje continuo com dificuldade em manter amizades e relacionamentos amorosos, pois mudo muito de humor e sinto uma necessidade absurda de me isolar. Sou viciada em música, leitura e seriados. A pouco tempo terminei um relacionamento de 3 anos, pois a pessoa não aguentou mais minhas mudanças. Em um dia queria ficar grudada na pessoa o dia todo e no outro dia só queria ficar trancada no quarto ouvindo música e lendo, sem querer falar nem ver ninguém.
    Tenho mania de trocar o dia pela noite, pois quando todos estão dormindo é o horário que mais gosto de ler. Não tenho problemas em me socializar, gosto de sair com amigos, porém com pouca frequência e quando estou nos dias de me isolar não sinto vontade de fazer nada além das coisas que sou viciada. Não me apego muito às pessoas e enjoou rápido do trabalho, por isso estou sempre procurando um curso diferente para fazer. Cheguei a pensar que sofria de bipolaridade por mudar de humor com tanta frequência e pela necessidade de isolamento, mas após algumas leituras desconfio que tenho ciclotimia ou distimia.
    Nunca me preocupei em procurar um profissional, pois achava que meu comportamento era apenas questão de jeito e personalidade, mas já não estou tão convencida disso.
    Gostaria de saber a opinião de vocês.

    P.S. – Desculpa se falei demais, mas precisava compartilhar um pouco.

    Grande beijo

  • 07 / 03 / 2014
    Ana Maria Saad

    Sara querida,
    Essas doenças são caracterizadas como doenças quando atrapalham a vida da pessoa significativamente. Se vc for a um psiquiatra mediano, mesmo sem doença alguma é capaz de sair de lá com um diagnostico e uma receita de um psicotrópico! E eles mesmos nao sabem direito diagnosticar o paciente!
    Pra vc ter idéia, um estudo que o psiquiatra Dr Diogo Lara divulgou em um encontro da Associação de Psiquiatras, dizia que mais de 50% dos casos diagnosticados como depressão unipolar sao na verdade casos de bipolaridade, ou seja, os médicos não chegam em um consenso sobre que doença o paciente tem…
    Então, no seu caso, vc já pensou em buscar terapia pra se autoconhecer e se descobrir?
    Terapia transpessoal, terapia de bioenergetica, terapia holistica e terapia corporal podem te ajudar no processo de olhar pra dentro e se descobrir, descortinando seu potencial!
    Vc deve estar incomodada pelo modo que está lidando com a vida, pois se estivesse bem e plena, nem teria escrito, né! Então se vc está incomodada busque terapia pra se conhecer e se descobrir! O processo da auto descoberta é uma aventura!
    bjokaaaaaa

  • 07 / 04 / 2014
    Karla

    Ola, minha filha foi diagnosticada como distimica ha um ano. Tem sido muito dificil. Ela é adolescente, o que dificulta bastante. Tenho tentado entender o transtorno e sites como estes ajudam. É muito difícil para o familiar e estou tentando buscar orientações de como agir…Ela se torna muito agressiva e às vezes fico confusa quanto ao diagnóstico. Ela faz pscicoterapia e toma medicação, mas sinto que ela nãos e engajou no tratamento…E acho que nós temos falhado também por nao saber como agir….

  • 13 / 04 / 2014
    Ana Maria Saad

    Karla, q lindo q vc ta buscando conhecimento pra ajudar sua filhota! conhecimento é o que liberta!
    T aconselho a ver os videos do nosso canal no youtube: http://www.youtube.com/user/PensamentosFilmados/videos
    mas principalmente: leia o livro “comunicação não violenta” do marshal rosenberg, um psicólogo que desenvolveu um metodo simples pra que a gente aprenda a se comunicar de modo mais claro.
    tenho certeza que esse livro vai ajudar mto vc no processo de conseguir se conectar com sua filha e ajuda-la! leia!
    bjoka

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