Bipolaridade

“Trata-se de um transtorno mental em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado, com variações diversas como euforia, agitação, aumento de energia, agressividade, ansiedade, explosividade, aumento de riscos e gastos, impulsividade e distração, entre outros sintomas do pólo positivo ou ‘para cima’, que se alternam ou se mesclam com apatia, desânimo, tristeza, ansiedade e falta de prazer do pólo negativo ou depressivo.

Nem sempre os sintomas maníacos ou depressivos são bem claros. Até mesmo quem convive com um paciente bipolar sente dificuldade em distinguir uma aflição comum da depressão, ou sua alegria da euforia patológica. A doença é de difícil diagnóstico, mesmo para profissionais da saúde, que acompanhem há um longo tempo o paciente.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O que é humor?

“Nosso humor é o que também chamamos de estado de espírito. O humor é maleável, ou seja, se modifica de acordo com o que acontece na nossa vida.

O humor tem como principal função servir de ‘termômetro’ do ambiente e influencia dramaticamente o modo como encaramos as situações.

A partir do ‘filtro do humor’ se define o quanto devemos ou não nos arriscar, ou seja, o nosso estado de humor define em grande parte nossa percepção de risco. O humor sadio mantém essa maleabilidade e suas flutuações são proporcionais aos fatos.

Quando algo de muito ruim ou muito bom acontece, o humor varia de acordo, mas em algumas horas ou poucos dias o humor volta ao padrão habitual. Além disso, o humor sadio é previsível.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O que é um transtorno de humor?

“É um estado em que o humor está reagindo de modo incompatível ou exagerado à situação. Essa desregulação pode se dar tanto para baixo (forma depressiva) quanto para cima (forma maníaca). Há também estados em que o humor está particularmente agitado e turbulento (forma mista).

Como o humor define nossa percepção de risco, quando está exageradamente elevado (eufórico) sem razões para tanto, é comum se expor ou se envolver em situações de maior risco. Por outro lado, os estados depressivos tendem ao retraimento e inibição apesar das condições reais não estarem tão adversas. Há também alterações de humor mais brandas, mas com oscilação clara, afetando a previsibilidade do humor.”

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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O enfoque atual da bipolaridade

Se antes a bipolaridade era reconhecida somente nas suas versões mais evidentes e pronunciadas (chamada atualmente de tipo1 e antigamente de psicose maníaco-depressiva ou PMD), cada vez mais tem-se observado que uma parcela significativa da população sofre de oscilações de humor maiores do que o normal (cerca de 10% da população), com diferentes graus de prejuízo.

Em vez de serem reconhecidas e tratadas por apresentar formas atenuadas de bipolaridade, estas pessoas comumente recebem equivocadamente diagnósticos de depressão, ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade, abuso de drogas ou de transtornos de personalidade.

Considerando esse novo enfoque, é provável que a bipolaridade seja o transtorno psiquiátrico de maior impacto social e econômico da humanidade, ou seja, mais até do que a depressão unipolar.

A confusão com a depressão unipolar se dá pelo fato de que muitas pessoas com bipolaridade têm muito mais sintomas depressivos do que de humor elevado. A isso, se acrescente que o humor elevado muitas vezes não é reconhecido como alterado e nem é investigado por muitos profissionais de saúde. Como antidepressivos e psicoestimulantes podem agravar a bipolaridade, na dúvida do diagnóstico deve-se primeiro tratar com estabilizadores de humor, que não pioram os outros transtornos, como depressão e déficit de atenção.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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Equívocos comuns no diagnóstico da bipolaridade

• Depressão unipolar (ao invés de depressão bipolar);
• Ansiedade (ao invés de humor misto ou turbulento);
• Déficit de atenção e hiperatividade (bipolares também são dispersivos e energéticos);
• Transtornos de personalidade (borderline, histriônica, narcisista, paranóide e antisocial);
• Drogadição (pela busca de sensações);
• Transtorno obsessivo-compulsivo (por serem pessoas de extremos e muito auto-exigentes);
• Fobias (por serem pessoas de extremos e reagirem intensamente).

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Bipolaridade na infância

Na infância a bipolaridade não se manifesta com episódios claros e demarcados de humor elevado ou deprimido, e sim com humor misto: alta oscilação, irritabilidade, turbulência, distração, impulsividade e condutas desafiadoras. Estes quadros podem ser confundidos com déficit de atenção e hiperatividade, mas o tratamento farmacológico é totalmente diferente, porque se deve usar estabilizadores de humor e evitar a Ritalina® (metilfenidato). A Ritalina em quem tem a bipolaridade costuma não funcionar ou deixar o humor mais elevado e confiante ou irritável.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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TRATAMENTO

Como regra, quem tem bipolaridade do humor se beneficia enormemente do tratamento, que envolve uma combinação de abordagens, como a psicoeducação (conhecer o próprio temperamento, o seu padrão de humor e a bipolaridade), psicoterapia (para harmonizar os padrões de pensamento, de relacionamento e elaborar novas estratégias), bons hábitos de vida e tratamento farmacológico com estabilizadores de humor.

Os antidepressivos devem ser reservados para casos restritos porque muitas vezes desestabilizam ainda mais o humor.

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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Estabilizadores de humor não-farmacológicos

• Sono de 7 a 9 horas por dia;
• Exercício físico, principalmente aeróbico;
• Boas relações afetivas, ter um bom grupo social, ter um confidente;
• Artes, hobbies, esportes, meditação, animais de estimação;
• Alimentação saudável, particularmente peixe;
• Trabalhar com o que gosta de fazer;
• Primar pelo meio-termo e a ponderação nos momentos difíceis;
• Fé e espiritualidade.

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Como controlar

• Acompanhamento médico e psicoterápico;
• Uso da medicação prescrita conforme recomendação médica;
• O uso da medicação é particularmente importante porque é muito comum o paciente de bipolaridade interromper a terapia medicamentosa. A interrupção no uso do medicamento recomendado, via de regra, desencadeia novos episódios da conduta característica a essa condição: estados de depressão mais intensa e maior exaltação na euforia;
• Restrição ao uso de álcool, drogas e cafeína;
• Vida saudável com horas de sono suficientes e em horário regular, alimentação equilibrada e atividade física adequada ;

Fonte: Diogo Lara, psiquiatra com doutorado em Neurociência www.bipolaridade.com.br

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VOCÊ PODE escrever aqui o que pensa!!! Critique, opine, desabafe!

 
  • 10 / 03 / 2011
    Cristina

    Olá!Boa Noite!
    Estou muito triste minha grande amiga é bipolar e caiu em crise, simplesmente nao quer falar comigo de jeito nenhum, nao atende , nao responde e-mail e me sinto muito, nao sei o que fazer….PENSE!!!!! Será que ela vai voltar a ser novamente a minha melhor amiga ou nunca mais terei essa amizade? É pessimo tudo isso.

  • 11 / 03 / 2011
    Ana Maria Saad

    oi cristina,
    bom, qdo eu tava em crise de depressão mto forte me afastei tb da minha melhor amiga, ela como vc ficou chateada e embora nao entedesse direito o que se passava aceitou e respeitou meu momento. Demorou, mas depois que melhorei voltamos a nos ver e até hj somos mto amigas.
    sua amiga com certeza está sofrendo muito, o mal estar é terrivel, qq contato social, mesmo que seja com amigos intimos nos fazem sofrer mais ainda. de repente vc pode ajuda-la levando-a para terapias novas, descobrindo tratamentos que poderao auxilia-la ou simplesmente tenha paciencia e a deixe no cantinho dela.
    é assim mesmo!
    c cuide!
    bjoka

  • 28 / 05 / 2011
    fabiana

    oi! eu sou bipolar! eu odeio essa ideia ,mas já estou aceitando ! eu acho que o meu médico tem razão!rsrsrs!!! estou em crise muito irritada, comigo mesmo! já me afastei de minhas atividades e agora já não consigo concluir nem um curso de artesanato! não é que eu não queira ,mas é mais forte que eu eu fico “inojada ” das pessoas de sair de casa eu tenho vontade de ficar trancada dentro do meu quarto só comendo! já engordei 20 kilos estou em tratamento faz 2 anos mas as vezes parece que iniciei recentemente eu peço para o meu médico uma solução imediata eu tenho pressa ele acha graça,mas para mimnão é nada engraçado! será que isso tem cura? bjs!

  • 30 / 05 / 2011
    Ana Maria Saad

    oi fabiana!
    eu tb detestava a ideia de ser depressiva, embora ate hoje ache q meu diagnostico tenha sido erroneo e eu seja na verdade bipolar, mas diante da minha melhora o diagnostico ja nao importa mais! tb sofri de compulsão até ano passado e sindrome do panico ate dois anos atras!
    Foram mais de 10 anos até achar os tratamentos adequados! tdo porque eu não sabia que existe a medicina integrativa, q usa a medicina convencional (os remedios alopaticos, por exemplo) associados as medicinas tradicionais (como a indiana, que faz uso ate de yoga entre outras tecnicas milenares para se ter bem estar, ou a medicina chinesa q usa acunpuntura e remedios fitoterapicos, etc). nao sabia que para melhorar é necessario combinar tratamentos e que existe mta coisa alem do remedio, e que na psicologia mesmo ha diversas linhas a serem experimentadas! e que o corpo tb nao pode ser ignorado nesse tratamento! e que as vezes é preciso uma mudança no estilo de vida! deixei de fumar e beber graças ao yoga e consequentemente deixei o sedentarismo de lado, passei a meditar todo dia, descobri um outro modo de vida! com mto mto mto esforço! desistencias e recomeços! fracassos e fracassos e fracassos para depois ter vitoria! pq se trasnformar nao é facil!!!!
    mas qdo ainda nao sabia dos diversos caminhos terapeuticos disponiveis para encontrar meu tratamento e consequentemente o bem estar, ficava na impaciencia de achar um remedio e um terapeuta que me ajudassem logo “ficar boa”, ate que descobri que toda doença é uma mestra e que mesmo com ela é possivel ser feliz! mas para isso precisei experimentar alguns tratamentos e ter paciencia ate que eles fizessem efeito pra perceber se eram propicios para mim ou se deveria ir atras de outros tratamentos. isto demorou dez anos! ha dois anos e meio finalmente encontrei a combinação de tratamentos que me ajudaram a melhorar, e de um ano pra ca é que me sinto bem, mas curada ainda nao! porem me sinto mto bem pq finalmente me aceitei, finalmente venho me conhecendo mais e mais e me peguei pra criar!
    mas ate hj as vezes nao quero gente perto de mim, e isso ja nao é devido as crises e sim ao meu modo de ser! hihihihi!!! nao gosto mto d gente perto, e fui descobrindo como sou, o que realmente gosto e nao gosto, quem sou! e assim pude finalmente fazer as pazes ate mesmo com o fato de ter desenvolvido a doença!
    lembre-se que saude não é somente ausencia de doença! ha mta gente que nao tem transtorno mental e doença alguma, mas que esta longe de ter bem estar! Se aceite com bipolaridade e tudo! e mergulhe em vc! vc vai descobrir mta coisa!!!!
    se aceite e tenha paciência!
    c cuide com carinho!
    bjoka

  • 29 / 11 / 2011
    elaine

    Sobre este assunto que conversamos. Se achar válido. divulgue

  • 17 / 12 / 2011
    cidinha

    O mais dificil pra mim foi o momento do diagnóstico em que o médico disse “vc tem tab”…sai de la com as receitas na mão, andando como se estivesse fora do meu corpo e tentando de imediato “perceber” quem era aquela pessoa que eu realmente era. No inicio a pergunta mais frequente era ” qdo eu fazia certas coisas era eu ou a “doença” que fazia? Quem era a cidinha? meu médico me aconselhou a não falar pras pessoas que eu tinha TAB pq muitas não iriam compreender. Eu não estava entendendo imagina os outros. Acontece que sou mto curiosa e perseverante em algumas coisas, e uma das minhas lutas é tentar contornar da melhor maneira o disturbio e passei então a buscar conhecimento sobre o assunto.li mtos livros sobre experiancias de pessoas com bipolaridade, entrei em sites, inclusive o bipolar Brasil que me ajudou m uito…e descobri que aquela pessoa descontrolada que fazia coisas impossiveis de entender era eu mesma, Cidinha só que afetada pela falta de medicamento adequado e trastornada..eu sou eu, com um problema que pelo resto da vida terei de enfrentar, mas que hj não me causa mais medo nem espanto. Hoje sou uma pessoa medicada, faço terapia semanal, me alimento bem e procuro conhecer sempre mais e mais sobre o transtorno e ajudar aqueles que stão perdidos como eu fiquei.Alguns tem diabetes, outros pressão alta, eu tenho TAB e, como as pessoas citadas acima, terei que tomar m edicamentos pelo resto da vida..E viver normamente com as limitações que o TAb me impoe tentando a cada dia supera-las. espero ter ajudado com o comentário e por experiencia própria: a aceitação é o começo da cura interior e o começo da luta para uma vida melhor e mais digna.bjos

  • 19 / 12 / 2011
    Ana Maria Saad

    eita cidinha!
    valeu pelo comentario!
    vc me ajudou, pq é bom e confortante perceber que estamos saindo do armario e mudando essa realidade de deixar os assuntos tabus serem desrabulizados, trazendo conforto pra todos q sofrem desses transtornos!
    valeu!
    bjoka

  • 26 / 12 / 2011
    Giovanna

    Bom dia pessoal, que reconfortante ler o que vcs escreveram acima Cidinha e Ana.
    Descobri bem recente meu diagnóstico de transtorno bipolar, como a Ana demorei a ser diagnosticada, só que bem mais tempo… tenho 43 anos e me sinto “diferente” e a procura de um diagnóstico conclusivo há mais de 20 anos, passei por 15 anos atrás por uma síndrome do pânico e desde então tenho sido tratada para depressão e ansiedade, sem resultados porém. Tenho histórico de bipolaridade na família e sempre relatei aos meus médicos (que aliás não foram poucos), e sempre fui orientada de que não tinha o transtorno, como também sofro de enxaqueca desde a infância e frequentei vários neurologistas para este tratamento, achei um santo que gosta de pesquisar e me falou que deveria ir a um psiquiatra porque eu tinha características de bipolaridade.
    Fui ao psiquiatra depois de uma boa indicação e de uma consulta nada parecida como todas as outras feitas em minha vida, ele teve certeza de meu diagnóstico, e eu não tenho dúvida pois como já disse tenho casos na família, só que mais evidente na fase de euforia da doença, então já tinha lido alguma coisa sobre o assunto, até que foi um alívio digamos assim, um misto de emoções, ninguém quer ter esta doença, mas eu não aguento mais a falta de qualidade de vida que tenho vivido todos estes anos, e me sinto culpada por que sempre achei que com isso atrapalho a qualidade de vida da minha família também, meu marido e meus dois filhos, então estou com esperança agora na medicação, tomara que dê certo, para que eu novamente tente uma etapa de reconstrução da Giovanna, e tentar voltar a fazer yoga, frequentar assiduamente meu grupo de oração, caminhar com meu marido… , sair do sofá !!!!
    É isto meninas, meu primeiro desabafo.
    Espero que quem está buscando por uma solução encontre, que assumir a doença não é o pior, triste é você viver consciente de que a vida não pode ser infeliz sempre e não achar uma solução; isso sim, buscar e tentar continuamente a melhora é tudo !! Bjs
    Giovanna

  • 26 / 12 / 2011
    Anônimo

    Acho incrível essa troca !
    E se antes alguem tinha alguma dúvida que só se trocando informações e experiências poderíamos nos ajudar.. ta aí a prova da Giovanna !
    Fico muito feliz em ver conquistas, entendimentos, soluções sendo descobertas.
    Parabéns pela Cidinha, pela Ana e pra você Giovanna .
    Que você posso continuar no seu caminho.

    muita luz e conforto a todos.

  • 28 / 12 / 2011
    Ana Maria Saad

    giovanna,
    é isso aí!!! podemos ser felizes mesmo com uma doença maleta como esses transtornos de humor! q vc se sinta melhor, cada vez mais!!!
    e obrigada por passar aq!!!
    super bjoka

  • 28 / 12 / 2011
    Giovanna

    Obrigada pessoal, é estou enfrentando da melhor maneira possível, pois como vcs que já iniciaram o tratamento, assim como eu,que já me tratei antes para a síndrome do pânico, e tantas outras tentativas para ansiedade e depressão, sabem como este comecinho é enjoado e meio que derruba, mas eu sou muito persistente, e se antes passava por adaptações de medicamentos sem saber o que tinha, agora diagnosticada então é que fico mais motivada a encarar o que vier. Obrigada pela força, bjs em todos.

    Giovanna

  • 02 / 02 / 2012
    Fabio Ribeiro

    Estou hj sentado aqui em uma lan house,mas há tempos que acho que minha mulher seja bipolar,não sei ao certo pois sou leigo no assunto.É que por ler certad coisas aqui acho que algumas batem e tbm tenho medo que ela saiba que estou tentando ajuda-la já q. a mesma não aceita certas verdades e só aceita aquilo que lhe convém e devido a isto o humor de minha mulher muda assim vertiginosamente e sua falta de vontadade de sexo.Obrigado por poder me desabafar meio que sucintamente.

  • 03 / 02 / 2012
    Ana Maria Saad

    oi fabio!
    querido, uma doença dessas não é nada facil pra quem tem ou quem esta em volta! apoio e carinho sao sempre as melhores armas pra q juntos vcs possam enfrentar essa realidade! ajude-a a se tratar! encontre medicos atualizads, adeptos da medicina integrativa q alem de remedios receitem mudança no estilo de vida: exercicios, boa alimentação, yoga, meditação, acupuntura, etc… com seu apoio e bons profissionaos ela conseguira melhorar!
    boa sorte!
    bjoka
    bjo

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